sem ela nunca soube
me leva a distâncias
me traz pra dentro de mim
revela segredos e segue
infinita
no ar
no mar
no olhar, na dança do amor
até no silêncio - há
música faz calar
mas ela, não...
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
aprendi
o susto
na queda
surpreendentemente - a dança
de cabeça para baixo
de cabeça para cima
braços abertos
já um sorriso no rosto
aprendi !
na queda
surpreendentemente - a dança
de cabeça para baixo
de cabeça para cima
braços abertos
já um sorriso no rosto
aprendi !
domingo, 14 de agosto de 2011
dia do pai
ele não estava perto
mas era constante:
mas era constante:
- será que amor faz voar e
leva até frente a frente
leva até frente a frente
pra abraçar, beijar,
olhar aquele olhar,
que ilumina a minha vida,
clareia o meu caminho,
e me faz seguir em paz?
olhar aquele olhar,
que ilumina a minha vida,
clareia o meu caminho,
e me faz seguir em paz?
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
arco iris
amanheceu nublado
acordar, só mais tarde
no espelho, o semblante ainda cansado
o decorrer do dia, parado:
será que vai chover?
seria bom...seria?
uma surpresa chega de tarde
e clareia as nuvens do ânimo
ali na janela, diante dela, o arco iris
insistindo, com suas cores, em brilhar.
acordar, só mais tarde
no espelho, o semblante ainda cansado
o decorrer do dia, parado:
será que vai chover?
seria bom...seria?
uma surpresa chega de tarde
e clareia as nuvens do ânimo
ali na janela, diante dela, o arco iris
insistindo, com suas cores, em brilhar.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
doce companhia
o sono
desalinhava a tarde
os olhos pesados querendo fechar
preguiça?
- não!
e...calmaria, seria?
Ah...então pode espalhar
que hoje aqui, assim será:
dormir no meio da tarde
me cobrindo de leveza
na companhia dos sonhos...
desalinhava a tarde
os olhos pesados querendo fechar
preguiça?
- não!
e...calmaria, seria?
Ah...então pode espalhar
que hoje aqui, assim será:
dormir no meio da tarde
me cobrindo de leveza
na companhia dos sonhos...
domingo, 7 de agosto de 2011
eu sei que é assim
a saudade estava ali
parada na porta, exigindo solução.
ela distante, revivendo
a vida das duas
juntas
dividindo segredos, aventuras...tantas!
divertidas.
olhos tranquilos - cúmplices
uma direta, outra delirante
mas nada se discutia, diante da alegria,
que aquele encontro, sempre trazia!
então, despediu-se da distância e deixou a saudade entrar,
atendendo ao que exigia - feliz - foi buscar
aquela, que já sabia, fazia a vida melhorar.
parada na porta, exigindo solução.
ela distante, revivendo
a vida das duas
juntas
dividindo segredos, aventuras...tantas!
divertidas.
olhos tranquilos - cúmplices
uma direta, outra delirante
mas nada se discutia, diante da alegria,
que aquele encontro, sempre trazia!
então, despediu-se da distância e deixou a saudade entrar,
atendendo ao que exigia - feliz - foi buscar
aquela, que já sabia, fazia a vida melhorar.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
a menina e o cão ( esse amor)
amor que fluia leve
o da menina e do cão
feito de carinho, afeto
olhares e muita atenção
a saudade até entendia a espera,
pois, todo dia assistia
sempre ao final do dia
o encontro da menina e do cão
regado de toda "aquela" emoção.
o da menina e do cão
feito de carinho, afeto
olhares e muita atenção
a saudade até entendia a espera,
pois, todo dia assistia
sempre ao final do dia
o encontro da menina e do cão
regado de toda "aquela" emoção.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
simplesmente
intensa,
os olhos lacrimejam - facilmente
as emoções transbordam de si
viver é música, dança...ah, e poesia
felicidade? suas crias - donas de toda a alegria!!
e ela rodopia no ritmo da vida
que acontece...
os olhos lacrimejam - facilmente
as emoções transbordam de si
viver é música, dança...ah, e poesia
felicidade? suas crias - donas de toda a alegria!!
e ela rodopia no ritmo da vida
que acontece...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sorria
parecia que a vida escapava a cada suspiro
e suspirava...
mesmo assim, sorria
insistia sorrindo para também ver sorrir
a receita que sabia
fórmulas e mais fórmulas que nunca questionou
ah...mas funcionou, deixa pra lá...
e sentia muitas sensações
parecia que a vida ...
e sentia muitas sensações
parecia que a vida ...
domingo, 31 de julho de 2011
erros (musicada)
são tantas formas
e tantas impressões
tantos olhares
e tantas discussões
errei com você
errei com você
errei com você
tantas viagens
e tantas opções
tantos carinhos
e tantas intenções
errei de você
errei de você
errei de você
e não vou sangrar
o seu coração...
e tantas impressões
tantos olhares
e tantas discussões
errei com você
errei com você
errei com você
tantas viagens
e tantas opções
tantos carinhos
e tantas intenções
errei de você
errei de você
errei de você
e não vou sangrar
o seu coração...
teresa
e foi no seu jardim
os sonhos que plantei
e pude perceber,
olhando aquele céu
o que jamais pensei
amar como amei,
sonhar como sonhei
olhando o céu encontrando o mar...
então, volta pra casa
deixa que este sonho,
não vai mais te incomodar
volta, volta pra casa
deixa que eu cuido de você,
Teresa, Teresa, Teresa
os sonhos que plantei
e pude perceber,
olhando aquele céu
o que jamais pensei
amar como amei,
sonhar como sonhei
olhando o céu encontrando o mar...
então, volta pra casa
deixa que este sonho,
não vai mais te incomodar
volta, volta pra casa
deixa que eu cuido de você,
Teresa, Teresa, Teresa
sexta-feira, 29 de julho de 2011
let it be
a amargura alheia convidava-se
e ela deixava entrar, sem perguntar: por que?
ouvia, compreendia, buscava (até!) resolver
um dia, já cansada, percebeu que o que a "tal" queria
era adesão e não cura... e não mais deixou se chegar.
feliz com sua opção, passou a amar infinitamente ...
feliz com sua opção, passou a amar infinitamente ...
terça-feira, 26 de julho de 2011
vovó nair
lembro
da voz que era linda
cantando histórias pra gente dormir
do carinho que fazia, o dedo polegar,
pra lá e pra cá
e eu adormecia, já sonhando.
do rocambole de doce de leite
que foi embora, sem se despedir
e do enterro dela, no meu aniversário (foi...).
que ela era constante em minha vida
e eu ainda não sabia o que era constância.
lembro sorrindo
que felicidade pra ela, era realizar desejos.
essa, era a dona Nair,
minha avó, esse amor que vivi ...
da voz que era linda
cantando histórias pra gente dormir
do carinho que fazia, o dedo polegar,
pra lá e pra cá
e eu adormecia, já sonhando.
do rocambole de doce de leite
que nunca mais comi...
lembro bem:que foi embora, sem se despedir
e do enterro dela, no meu aniversário (foi...).
que ela era constante em minha vida
e eu ainda não sabia o que era constância.
lembro sorrindo
que felicidade pra ela, era realizar desejos.
essa, era a dona Nair,
minha avó, esse amor que vivi ...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
filho
com sol ou com chuva
desce correndo a escada
pega o skate, leva a prancha
vai pro mar...
sai despenteado
equilibrando o corpo no espaço
com códigos, programas na cabeça
ah, ah....
não sei se com chuva ou com sol, na cabeça
vai se equilibrando no espaço
vai, vai feliz...
desce correndo a escada
pega o skate, leva a prancha
vai pro mar...
sai despenteado
equilibrando o corpo no espaço
com códigos, programas na cabeça
ah, ah....
não sei se com chuva ou com sol, na cabeça
vai se equilibrando no espaço
vai, vai feliz...
filha
esse cabelo enrolado
a pele branca e esse tom rosado
colorem o mundo pra mim.
o jeito compenetrado
o sorriso meio de lado
me diz: o que quer de mim?
gosto de ver seus sonhos
esse riacho correr...
e não importa, filha
o caminho que escolher
o que importa, é que amo você, viu?
a pele branca e esse tom rosado
colorem o mundo pra mim.
o jeito compenetrado
o sorriso meio de lado
me diz: o que quer de mim?
gosto de ver seus sonhos
esse riacho correr...
e não importa, filha
o caminho que escolher
o que importa, é que amo você, viu?
domingo, 24 de julho de 2011
Amy
quando não entendo, escrevo
e pode parecer exagero (até pra mim)
mas me sinto triste hoje...
e ela diz: "o amor é um jogo de azar". será?
e pode parecer exagero (até pra mim)
mas me sinto triste hoje...
e ela diz: "o amor é um jogo de azar". será?
sábado, 23 de julho de 2011
vilma
era linda, mas nem via
os olhos verdes brilhavam,
iluminavam a minha vida
ah! e o amor?
- morava nela!
- morava nela!
e só saia,
para ver as meninas (dela)
gostava de matemática:
para ver as meninas (dela)
gostava de matemática:
somava, multiplicava,
dividia - mas só com elas
e com tudo que viesse delas
e assim a vida seguia...
mudança
o tempo resolveu correr
a vida acelerou
ela tentando acompanhar
(a visão projetada a mil com-passos)
parada: corria
comia, dormia, bebia
falava, pensava, amava
um redemoinho, um turbilhão >> ELA
a sensação de que tudo agora
acabaria antes...
sexta-feira, 22 de julho de 2011
passado (musicada)
tantas histórias você contou
e o tempo que passou?
não vi
você
não percebeu
que o tempo já passou?
já passou...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
reflexo
ela poderia falar!
- sim, poderia.
mas apenas olhava.
desejava ser entendida?!
uma charada, seria?!
mas ela só olhava....
refletia nela, o outro
revelando o que não poderia...
- sim, poderia.
mas apenas olhava.
desejava ser entendida?!
uma charada, seria?!
mas ela só olhava....
refletia nela, o outro
revelando o que não poderia...
sábado, 16 de julho de 2011
do que gosto, eu sei
gosto mesmo é de pessoas.
é o que me atrai, me interessa...
o que justifica a vida pra mim.
o resto é só invenção, códigos
para eu poder chegar mais perto delas.
é o que me atrai, me interessa...
o que justifica a vida pra mim.
o resto é só invenção, códigos
para eu poder chegar mais perto delas.
domingo, 10 de julho de 2011
sem freios
contrariando a psicologia
(e como pretendia?)
percebia que ao falar
(o que dela saía)
não era bem o que sentia
decidida a se encontrar
encerrava ali a tagarelice
e escrevia
sem freios
sem pontos
sem vírgulas
com pressa em registrar:
- nada me espera, rompe!
(e como pretendia?)
percebia que ao falar
(o que dela saía)
não era bem o que sentia
decidida a se encontrar
encerrava ali a tagarelice
e escrevia
sem freios
sem pontos
sem vírgulas
com pressa em registrar:
- nada me espera, rompe!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
olhar de pai
ah....voce que me ensinou a viver em paz
a gostar das coisas simples (e nada mais)
e o teu olhar que me mostrava
falava para eu seguir o coração
(fazer disto religião)
e o teu olhar que me mostrava
agora, a vida vem e diz
que eu devo ser mais prática
o mundo vem e mostra
que vou ter que fazer diferente
mas ainda vejo o teu olhar, tá?
quarta-feira, 6 de julho de 2011
fantasia
sim. ela se apaixonou pelo que criou.
(porque não se sabia só)
criadora e criatura.
e como era paixão, sumiu.
cria dura...
e pra se fazer companhia, escreveu
e quando leu, viu que existia!
e se apaixonou...
(porque não se sabia só)
criadora e criatura.
e como era paixão, sumiu.
cria dura...
e pra se fazer companhia, escreveu
e quando leu, viu que existia!
e se apaixonou...
terça-feira, 5 de julho de 2011
infância
sentia
e sem saber, desenhava
revelando em traços e cores
a alegria, o que estava.
com as formas ria, dançava e cantava
com o pai, a mãe e as irmãs...
e sem saber, desenhava
revelando em traços e cores
a alegria, o que estava.
com as formas ria, dançava e cantava
com o pai, a mãe e as irmãs...
encontro
nem mais na fantasia havia
e o que era real (?), tornou-se devaneio
e assim, seguiam sempre acompanhadas:
a alegria e a angústia
a dor e prazer
e numa explosão encantou –se:
- que delícia que sou!
e o que era real (?), tornou-se devaneio
e assim, seguiam sempre acompanhadas:
a alegria e a angústia
a dor e prazer
e numa explosão encantou –se:
- que delícia que sou!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
liberdade
libertando
tudo que amarra
ela solta no pensamento
a emoção se espalha
rouba o pedaço da razão
que diz que não,
mas deixa...
sonho de voar (musicada)
venho de muitos lugares
de onde meu coração quis me levar
sigo estrelas, cometas, lua, luares
e o seu olhar
eu vim de longe
vim te encontrar
então quer sonhar?
mas sonho de criança,
sonho de voar
de onde meu coração quis me levar
sigo estrelas, cometas, lua, luares
e o seu olhar
eu vim de longe
vim te encontrar
então quer sonhar?
mas sonho de criança,
sonho de voar
domingo, 3 de julho de 2011
calmaria
a calma - tão suspeita...
nela, nada se altera.
nela, nada se altera.
e se há algo que esconde,
a calma jamais revela.
e é tanta admiração à ela
que mais calma, a calma fica.
e quem desconfia dela...
calmamente, a calma explica:
-isso é coisa da loucura, a vizinha!
a calma jamais revela.
e é tanta admiração à ela
que mais calma, a calma fica.
e quem desconfia dela...
calmamente, a calma explica:
-isso é coisa da loucura, a vizinha!
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